sexta-feira, 31 de maio de 2013

A Fonte das Bicas





6,30 €


Sinopse:

A Fonte das Bicas é, com todo o merecimento, o ex-libris de Borba. Monumento nacional desde 1910, foi edificada em 1781, pela Câmara Municipal, que assumiu a sua função de protectora e zeladora dos interesses do povo no abastecimento de água à vila, face aos interesses privados. Na sua forma, podemos adivinhar a influência dos desenhos das fontes de Carlos Mardel, projectadas para Lisboa décadas antes. Pela novidade que trouxe ao Alentejo, a Fonte das Bicas foi modelo para outras fontes que, depois dela, surgiram na região.

Detalhes:

Ano: 2002
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 52
Formato: 23x16
Edições colibri

Novos Proletários - A Precariedade entre a «Classe Média» em Portugal


                                                        
Prosseguindo a prática do jornalismo crítico que caracteriza oLe Monde diplomatique, esta coleção, uma parceria com as Edições 70, apresenta obras de síntese sobre temas da atualidade social, política e económica, nacional e internacional. Reunindo artigos publicados no jornal e textos inéditos, a coleção procura oferecer ao leitor conhecimentos e reflexões fundamentais para o desenvolvimento de uma perspetiva informada sobre as sociedades contemporâneas.
Em Precários em Portugal. Da fábrica ao call centerprocurou‑se reflectir sobre o modo como o processo de precarização laboral em curso atingia um conjunto de profissões material e simbolicamente menos qualificadas. EmNovos Proletários esta análise prossegue com um olhar sobre o modo como a precariedade, ao impor‑se como um modelo global de gestão do trabalho, se estende também a profissões e actividades qualificadas. Este volume apresenta reflexões de enquadramento sobre esta questão, desde as dinâmicas recentes de mobilidade social na sociedade portuguesa, até à integração laboral dos jovens, passando pela relação da precariedade com formas de organização política.
Autores
Ana Bigotte Vieira, André Pirralha, João Pacheco, José Matos, Liliana Pacheco, Luís Miranda, Magda Nico, Marta Pinho Alves, Nuno Domingos, Pedro Rita, Ricardo Noronha, Vasco Ramos
Índice
1 – «Introdução» (Nuno Domingos e José Nuno Matos)
2 – «Dinâmicas de Crescimento nas Profissões Intelectuais e Científicas. Mobilidade para todos ou diferenciação?» (Vasco Ramos)
3 – «Precariedade: modos de usar» (Ricardo Noronha)
4 – «A massificação da precariedade juvenil» (Magda Nico)
5 – «“Profissão: bolseiro”: perspectivas e perplexidades das políticas de ciência em Portugal» (André Pirralha)
6 - «Estatuto da carreira docente do politécnico: como manter a precariedade» (Marta Pinho Alves)
7 – «O meu local de trabalho é um apartamento no Marquês de Pombal» (Ana Bigotte Vieira)
8 – «A proletarização da advocacia» (Pedro Rita)
9 – «Vamos brincar aos jornais» (João Pacheco)
10 – «Jovens jornalistas: entre sonho e desesperança» (Liliana Pacheco)
11 – «Da transformação do trabalho: o caso dos seguros» (Nuno Domingos)
12 – «Negreiros de tempos modernos: sobre a deslocalização interna de serviços de call-center» (José Nuno Matos e Luís Miranda)
Para adquirir este livro
PREÇO: € 8. Desconto de 10% para assinantes do jornal.
VENDA EM BANCA: o livro está à venda em banca com o número de Outubro de 2012 do Le Monde diplomatique — edição portuguesa (pode ser ser vendido separadamente)
ENCOMENDAS: pode também ser adquirido directamente no jornal (Rua Febo Moniz, n.º 13, R/C - 1150-152 Lisboa), através do e-mail mondediplopt@gmail.com ou contactando-nos pelo telefone 961 743 465

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Ÿ Ernesto Rodrigues estará no pavilhão da Gradiva, na Feira do Livro de Lisboa, em 2 de Junho, domingo, às 19 horas, para autografar O Romance do Gramático.

O Romance do Gramático



Colecção: Gradiva

Páginas: 236
Ano de edição: 2011

Capa: Brochado (capa mole)
13 €

Sinopse
Formado por dois ‘livros’, O Romance do Gramático é a transcrição, com leitura actualizada, de um manuscrito (recto e verso) que o autor conheceu em família de judeus húngaros. 

No primeiro ‘livro’, mostra-se, sob roupagens conventuais, um foco de resistência à ameaça turca, em 1532, na ilha de Bled, Eslovénia. O aveirense Fernão ou Fernando de Oliveira (1507-1580? 1581?), fugido dos dominicanos de Évora, dá-nos agitado romance de cristãos patriotas, o qual será posto no Index.
No segundo ‘livro’ – Uma história mal contada –, refaz-se a vida aventurosa de pioneiro, com Gramática da Linguagem Portuguesa (1536). Texto na terceira pessoa, atribuído a censor, é retomado pelo comum amigo Duarte Nunes de Leão, e deixado em herança a um inesperado copista do verso de vasto fólio – o filho que Oliveira perseguira durante 48 anos. 

Entre documento e ficção, propõe-se um novo rosto do também historiador de Portugal e teórico da construção naval na Europa. Interessa reabilitar o espírito livre e heterodoxo de quem foi frade e desfradou-se, marinheiro ao serviço de França e prisioneiro de ingleses, e sofreu, por duas vezes, as injúrias da Inquisição, que o teve preso. Nesse reino do medo e da intolerância, a rebeldia e boa disposição destas páginas são o melhor antídoto, inclusive, para os dias de hoje. 

A vida aventurosa do nosso primeiro gramático (1536), Fernão de Oliveira, dá um inesperado romance, quando a cristandade receia ameaça turca e se estabelece a Inquisição em Portugal. 


Autor



ERNESTO RODRIGUES (Torre de Dona Chama, 1956), poeta, ficcionista, crítico, ensaísta e tradutor de húngaro, é professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e presidente de direcção da Academia de Letras de Trás-os-Montes.

Principais obras: Várias Bulhas e Algumas Vítimas, novela, 1980; A Flor e a Morte, contos e novelas, 1983; Sobre o Danúbio, poesia, 1985; A Serpente de Bronze, romance, 1989; Torre de Dona Chama, romance, 1994; Histórias para Acordar, contos para a infância, 1996; Sobre o Danúbio / A Duna Partján, poesia e ficção, 1996;Pátria Breve, miscelânea, 2001; Antologia da Poesia Húngara, 2002. Na crítica e ensaio, seleccionamos: Mágico Folhetim. Literatura e Jornalismo em Portugal, 1998; Cultura Literária Oitocentista, 1999; Verso e Prosa de Novecentos, 2000; Visão dos Tempos. Os Óculos na Cultura Portuguesa, 2000; Crónica Jornalística. Século XIX, 2004; «O Século» de Lopes de Mendonça. O Primeiro Jornal Socialista, 2008; A Corte Luso-Brasileira no Jornalismo Português (1807-1821), 2008; 5 de Outubro – Uma Reconstituição, 2010. Responsável pelos 3 volumes de Actualização (Literatura Portuguesa e Estilística Literária) do Dicionário de Literatura dirigido por Jacinto do Prado Coelho (2002-2003), editou, entre outros, Padre António Vieira, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Júlio Dinis, Ramalho Ortigão, Trindade Coelho, José Marmelo e Silva, António José Saraiva.

terça-feira, 28 de maio de 2013

A Reforma do Palhaço

A Reforma do Palhaço

A Reforma do Palhaço
E Sete Contos
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 140
Editor: Edições Cosmos 17,50€


Sinopse
O Palhaço Etíope Ubanga vê-se subitamente apaixonado pela freira Luzia - alegadamente a filha ilegítima do ex-ditador Salazar - o par embarca numa viagem que os leva ao reino da improbabilidade, onde a história particular se mistura com a epopeia do bizarro, a revolta dos excluídos, a fé dos homens e um país imaginado para além da política ou das linhas do horizonte.