segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O Rebate, de J. Rentes de Carvalho


Numa aldeia de Trás-os-Montes a chegada de um dos seus filhos emigrados para França, que vem endinheirado e casado com uma francesa provoca um verdadeiro cataclismo. Em França o Valadares, trabalhando na terra como um mouro, é premiado com a fortuna do patrão desde que case com a filha — moça doidivanas e descontrolada. Valadares e a mulher vêm a Portugal quando das tradicionais festas da aldeia. A partir deste momento a perturbação causada pelo comportamento de ambos — ele, através do dinheiro, buscando uma ingénua e primitiva glória no seu burgo; ela, usando a sedução e a provocação erótica na fauna masculina aldeã — desencadeia um rol de acontecimentos desgraçados que o rebate final expressa eloquentemente.

«O Rebate é um romance de 1971, de J. Rentes de Carvalho, agora reeditado. Trata-se de uma desconstrução cruel da mitologia da vida na aldeia, das virtudes do ruralismo tão incensadas pelo regime do Estado Novo. Ao mesmo tempo é uma encenação dos equívocos do reconhecimento de si. O autor explora a tensão entre a comunidade rural, a aldeia, e o emigrante que retorna para sublinhar e ver reconhecido o seu triunfo social em terras de França. [JCM, blogue Kyrie Eleison]

«O Rebate pouco deixa em pé da visão idílica da vida da aldeia. Ódio, inveja, pobreza, vinho, putaria – nenhum dos personagens se salva, mesmo os sonhos morrem. Um doloroso romance que mostra um outro Portugal que (infelizmente) também existe... Uma obra prima.» [de Volkskrant]

J. Rentes de Carvalho (1930) descende de gente transmontana de Estevais de Mogadouro, nasceu em Vila Nova de Gaia, tendo vivido aí até 1945. Frequentou no Porto o liceu Alexandre Herculano, e mais tarde os liceus de Viana do Castelo e Vila Real.

                        Foto: “O Rebate” de J. Rentes de Carvalho

Numa aldeia de Trás-os-Montes a chegada de um dos seus filhos emigrados para França, que vem endinheirado e casado com uma francesa provoca um verdadeiro cataclismo. Em França o Valadares, trabalhando na terra como um mouro, é premiado com a fortuna do patrão desde que case com a filha — moça doidivanas e descontrolada. Valadares e a mulher vêm a Portugal quando das tradicionais festas da aldeia. A partir deste momento a perturbação causada pelo comportamento de ambos — ele, através do dinheiro, buscando uma ingénua e primitiva glória no seu burgo; ela, usando a sedução e a provocação erótica na fauna masculina aldeã — desencadeia um rol de acontecimentos desgraçados que o rebate final expressa eloquentemente.

«O Rebate é um romance de 1971, de J. Rentes de Carvalho, agora reeditado. Trata-se de uma desconstrução cruel da  mitologia da vida na aldeia, das virtudes do ruralismo tão incensadas pelo regime do Estado Novo. Ao mesmo tempo é uma encenação dos equívocos do reconhecimento de si. O autor explora a tensão entre a comunidade rural, a aldeia, e o emigrante que retorna para sublinhar e ver reconhecido o seu triunfo social em terras de França. [JCM, blogue Kyrie Eleison]

«O Rebate pouco deixa em pé da visão idílica da vida da aldeia. Ódio, inveja, pobreza, vinho, putaria – nenhum dos personagens se salva, mesmo os sonhos morrem. Um doloroso romance que mostra um outro Portugal que (infelizmente) também existe... Uma obra prima.» [de Volkskrant]

J. Rentes de Carvalho (1930) descende de gente transmontana de Estevais de Mogadouro, nasceu em Vila Nova de Gaia, tendo vivido aí até 1945. Frequentou no Porto o liceu Alexandre Herculano, e mais tarde os liceus de Viana do Castelo e Vila Real.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia”, “Mazagran”, “La Coca”, “A Amante Holandesa”, “Com os Holandeses”, “Tempo Contado”]


Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 168

Editor: Quetzal
Preço: 14,40€


domingo, 6 de outubro de 2013

2.ª edição da minha gramática

                                                     Gramática da Língua Portuguesa
                                                                                                                                   
Gramática da Língua Portuguesa
Em conformidade com o Dicionário Terminológico e o Novo Acordo Ortográfico – 3.º Ciclo e Secundário
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 336
Editor: Âncora Editora
 Preço de capa: 19.00

  Preço Wook: 17,10€
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Sinopse
A nova edição, actualizada, da Gramática da Língua Portuguesa, dividida em lições escritas em conformidade com o novo Acordo Ortográfico, assume-se como uma obra especialmente dedicada aos professores e alunos do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário. Dá particular atenção às exemplificações, colhidas, maioritariamente, em escritores de língua oficial portuguesa, com uma organização que facilita o trabalho do docente e a assimilação do conteúdo por parte dos alunos.

«É difícil falar de Portugal sem falar de azeite. E é difícil falar de azeite sem falar de Portugal.» Nesta aventura multifacetada pelos caminhos do azeite em terras portuguesas, António Corrêa Nunes convida-nos a conhecer melhor os meandros da sua produção em terras lusas, os usos que os Portugueses lhe têm dado desde tempos imemoriais, o interesse crescente que o seu consumo vem despertando um pouco por todo o mundo e as peripécias e vicissitudes porque passou ao longo da sua história o rei da cozinha portuguesa. E é um mundo fascinante aquele que assim se desvela aos nossos olhos e estimula de forma ímpar e indelével o nosso paladar. A obra fica ainda particularmente enriquecida com os contributos de personalidades da sociedade portuguesa que acederam a deixar nela o seu testemunho pessoal sobre o papel que o azeite tem desempenhado no caminho da sua vida.

«António Corrêa Nunes licenciado em Engenharia Agro-Industrial/Alimentar pelo ISA-UTL e mestre em Olivicultura, Azeite e Azeitona de Mesa faz parte do Grupo Sovena na área de negócio do Azeite desde 2006, sendo responsável pela produção e selecção de azeites portugueses.
O livro “Caminhos do Azeite” editado pela Sopa de Letras é uma aventura multifacetada onde António Corrêa Nunes nos convida a percorrer os meandros da produção de azeite em terras lusas, o interessa crescente pelo seu consumo e as peripécias e vicissitudes porque passou ao longo da história.
O livro, organizado por vários capítulos, conta no final com testemunhos de várias personalidades da sociedade portuguesa em que abordam o papel que o azeite teve no caminho das suas vidas.» [O Portal do Azeite]

                                     

sábado, 5 de outubro de 2013

Idade Média no Distrito de Vila Real

                                                   Idade Média no Distrito de Vila Real
                                                                                                                                   

Idade Média no Distrito de Vila Real
Documentos desde o ano 569 ao ano 1278
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 878
Editor: Âncora Editora
ISBN: 9789727803866
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Preço de capa: 39,00€          Preço Wook: 35,10€
A IDADE MÉDIA NO DISTRITO DE VILA REAL

Com a chancela da Âncora Editora, acaba de sair o primeiro tomo da obra A Idade Média no distrito de Vila Real, da autoria do notável arqueólogo vila-realense, Mons. João Parente. É um grosso volume de quase 900 páginas, em que são recolhidos documentos de grande importância para a história da região e mesmo do país. Trata-se de documentos em latim, principalmente forais, publicados lado a lado com a sua tradução para português, datados entre o ano 569 e o ano 1278.
A obra completa consistirá em quatro volumes, que irão surgindo regularmente, constituindo, no final, uma obra de grande envergadura, comparável às Memórias Arqueológicas do distrito de Bragança, do Abade de Baçal, e à Bibliografia do Distrito de Bragança, de Hirondino Fernandes.
Na opinião da Doutora Olinda Santana, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, é «uma obra capital para o conhecimento histórico, linguístico e artístico de uma zona geográfica importante de Trás-os-Montes».
Com a publicação desta obra, a Âncora Editora honra a sua tradição de grande carinho pelos escritores e temas trasmontanos.