terça-feira, 8 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
O Rebate, de J. Rentes de Carvalho
Numa aldeia de Trás-os-Montes a chegada de um
dos seus filhos emigrados para França, que vem endinheirado e casado com
uma francesa provoca um verdadeiro cataclismo. Em França o Valadares,
trabalhando na terra como um mouro, é
premiado com a fortuna do patrão desde que case com a filha — moça
doidivanas e descontrolada. Valadares e a mulher vêm a Portugal quando
das tradicionais festas da aldeia. A partir deste momento a perturbação
causada pelo comportamento de ambos — ele, através do dinheiro, buscando
uma ingénua e primitiva glória no seu burgo; ela, usando a sedução e a
provocação erótica na fauna masculina aldeã — desencadeia um rol de
acontecimentos desgraçados que o rebate final expressa eloquentemente.
«O Rebate é um romance de 1971, de J. Rentes de Carvalho, agora
reeditado. Trata-se de uma desconstrução cruel da mitologia da vida na
aldeia, das virtudes do ruralismo tão incensadas pelo regime do Estado
Novo. Ao mesmo tempo é uma encenação dos equívocos do reconhecimento de
si. O autor explora a tensão entre a comunidade rural, a aldeia, e o
emigrante que retorna para sublinhar e ver reconhecido o seu triunfo
social em terras de França. [JCM, blogue Kyrie Eleison]
«O
Rebate pouco deixa em pé da visão idílica da vida da aldeia. Ódio,
inveja, pobreza, vinho, putaria – nenhum dos personagens se salva, mesmo
os sonhos morrem. Um doloroso romance que mostra um outro Portugal que
(infelizmente) também existe... Uma obra prima.» [de Volkskrant]
J. Rentes de Carvalho (1930) descende de gente transmontana de Estevais
de Mogadouro, nasceu em Vila Nova de Gaia, tendo vivido aí até 1945.
Frequentou no Porto o liceu Alexandre Herculano, e mais tarde os liceus
de Viana do Castelo e Vila Real.
![Foto: “O Rebate” de J. Rentes de Carvalho
Numa aldeia de Trás-os-Montes a chegada de um dos seus filhos emigrados para França, que vem endinheirado e casado com uma francesa provoca um verdadeiro cataclismo. Em França o Valadares, trabalhando na terra como um mouro, é premiado com a fortuna do patrão desde que case com a filha — moça doidivanas e descontrolada. Valadares e a mulher vêm a Portugal quando das tradicionais festas da aldeia. A partir deste momento a perturbação causada pelo comportamento de ambos — ele, através do dinheiro, buscando uma ingénua e primitiva glória no seu burgo; ela, usando a sedução e a provocação erótica na fauna masculina aldeã — desencadeia um rol de acontecimentos desgraçados que o rebate final expressa eloquentemente.
«O Rebate é um romance de 1971, de J. Rentes de Carvalho, agora reeditado. Trata-se de uma desconstrução cruel da mitologia da vida na aldeia, das virtudes do ruralismo tão incensadas pelo regime do Estado Novo. Ao mesmo tempo é uma encenação dos equívocos do reconhecimento de si. O autor explora a tensão entre a comunidade rural, a aldeia, e o emigrante que retorna para sublinhar e ver reconhecido o seu triunfo social em terras de França. [JCM, blogue Kyrie Eleison]
«O Rebate pouco deixa em pé da visão idílica da vida da aldeia. Ódio, inveja, pobreza, vinho, putaria – nenhum dos personagens se salva, mesmo os sonhos morrem. Um doloroso romance que mostra um outro Portugal que (infelizmente) também existe... Uma obra prima.» [de Volkskrant]
J. Rentes de Carvalho (1930) descende de gente transmontana de Estevais de Mogadouro, nasceu em Vila Nova de Gaia, tendo vivido aí até 1945. Frequentou no Porto o liceu Alexandre Herculano, e mais tarde os liceus de Viana do Castelo e Vila Real.
Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia”, “Mazagran”, “La Coca”, “A Amante Holandesa”, “Com os Holandeses”, “Tempo Contado”]](https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/p480x480/73849_504385852926611_1122074597_n.jpg)
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 168
Editor: Quetzal
domingo, 6 de outubro de 2013
2.ª edição da minha gramática
Gramática da Língua Portuguesa
Em conformidade com o Dicionário Terminológico e o Novo Acordo Ortográfico – 3.º Ciclo e Secundário
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 336
Editor: Âncora Editora
Preço de capa: 19.00
Preço Wook: 17,10€
Sinopse
A nova edição, actualizada, da Gramática da Língua Portuguesa, dividida
em lições escritas em conformidade com o novo Acordo Ortográfico,
assume-se como uma obra especialmente dedicada aos professores e alunos
do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário. Dá particular atenção às
exemplificações, colhidas, maioritariamente, em escritores de língua
oficial portuguesa, com uma organização que facilita o trabalho do
docente e a assimilação do conteúdo por parte dos alunos.
«É difícil falar de Portugal sem falar de
azeite. E é difícil falar de azeite sem falar de Portugal.» Nesta
aventura multifacetada pelos caminhos do azeite em terras portuguesas,
António Corrêa Nunes convida-nos a
conhecer melhor os meandros da sua produção em terras lusas, os usos que
os Portugueses lhe têm dado desde tempos imemoriais, o interesse
crescente que o seu consumo vem despertando um pouco por todo o mundo e
as peripécias e vicissitudes porque passou ao longo da sua história o
rei da cozinha portuguesa. E é um mundo fascinante aquele que assim se
desvela aos nossos olhos e estimula de forma ímpar e indelével o nosso
paladar. A obra fica ainda particularmente enriquecida com os
contributos de personalidades da sociedade portuguesa que acederam a
deixar nela o seu testemunho pessoal sobre o papel que o azeite tem
desempenhado no caminho da sua vida.
«António Corrêa Nunes
licenciado em Engenharia Agro-Industrial/Alimentar pelo ISA-UTL e mestre
em Olivicultura, Azeite e Azeitona de Mesa faz parte do Grupo Sovena na
área de negócio do Azeite desde 2006, sendo responsável pela produção e
selecção de azeites portugueses.
O livro “Caminhos do Azeite”
editado pela Sopa de Letras é uma aventura
multifacetada onde António Corrêa Nunes nos convida a percorrer os
meandros da produção de azeite em terras lusas, o interessa crescente
pelo seu consumo e as peripécias e vicissitudes porque passou ao longo
da história.
O livro, organizado por vários capítulos, conta no
final com testemunhos de várias personalidades da sociedade portuguesa
em que abordam o papel que o azeite teve no caminho das suas vidas.» [O
Portal do Azeite]

sábado, 5 de outubro de 2013
Idade Média no Distrito de Vila Real
Idade Média no Distrito de Vila Real
Documentos desde o ano 569 ao ano 1278
de João Parente
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 878
Editor: Âncora Editora
ISBN: 9789727803866
Coleção:
Caminhos da História
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