
Este livro quer prestar homenagem a todos os
galegos anónimos que, fugindo da fome e da miséria, vieram erguer muitos
dos socalcos do Douro transmontano, contribuindo com o seu suor para a
construção deste Reino Maravilhoso. O autor
A amendoeira no
Douro Superior, isolada, plantada em bordadura ou formando amendoal,
constitui um património cultural, económico e paisagístico que deve ser
preservado e transmitido às gerações vindouras. As magníficas
qualidades organolépticas e o marcado sabor da amêndoa duriense devem
constituir a base sobre a qual possam vingar no território novas
indústrias artesanais de produtos gastronómicos que tenham a amêndoa
como protagonista.
«A amêndoa produzida no Douro Superior
ostenta com orgulho o reconhecimento internacional de Denominação de
Origem Protegida (D.O.P.) “Amêndoa do Douro”, classicação atribuída pela
União Europeia no ano de 1994.Trata-se de um produto natural, dotado de
propriedades organolépticas singulares, que vinca as suas origens na
agricultura mediterrânica tradicional, constituindo uma das marcas
identitárias desta região.»
Lois Ladra nace en A Coruña en
1972. En 1996 se licencia en Geografía e Historia (Prehistoria y
Etnología) por la Universidad Complutense. En 1999, defiende su tesis de
licenciatura, con un estudio sobre la orfebrería galaica de la Edad del
Hierro. En 2001, concluye los Cursos de Doctorado y se diploma en
Estudios Avanzados en Arqueología por la Universidade de Santiago de
Compostela. Becado por la Fundación Barrié, concluye en 2003 un Master
en Arqueología Protohistórica en la Universidad de Oporto (Portugal). En
2007, se licencia en Antropología Social y Cultural por la Universidad
Nacional de Educación a Distancia. Desarrolla su actividad profesional
como antropólogo cultural y arqueólogo, dirigiendo y participando en
numerosos proyectos en Galicia, Extremadura, Madrid, Castilla-León,
Castilla-La Mancha y Portugal. Es autor de más de medio centenar de
publicaciones de temática arqueológica y etnográfica, entre las que
destacan sus trabajos sobre la orfebrería galaica y los libros Arte
relixiosa popular na Terra de Valga. Cruceiros, cruces e petos de animas
(A Coruña, 2002), A pesca tradicional nos rios de Galiza. Caneiros,
pescos e pesqueiras (Santiago de Compostela, 2008) y los estudios
introductorios al Inventario de la riqueza monumental y artística de
Galicia, de Ángel del Castillo (A Coruña, 2008). Ha sido galardonado con
los premios de investigación Xesús Ferro Couselo (1999, 2000 y 2001),
Cátedra (2006), Vicente Risco (2008) y Raigame – Xaquín Lorenzo (2011).
Ha dirigido numerosas proyectos de investigación antropológica en
Galicia y Portugal. Colabora habitualmente con la Fundación Barrié como
asesor externo en iniciativas de recuperación y valorización
patrimonial. En la actualidad, desarrolla su actividad laboral como
especialista en el estudio de culturas fluviales (pesca, navegación
sistemas tradicionales de molienda..) destacando sus análisis
etnológicos de los rios Ocreza, Tua y Sabor.
![Foto: “D. Pedro de Meneses e a construção da Casa de Vila Real (1415-1437)” de Nuno Silva Campos
Prémio da Associação Portuguesa de História Económica e Social 2003
Quando, após a conquista de Ceuta, D. João I reúne o seu conselho e decide manter a cidade, há a clara noção de que a tarefa não se tinha por fácil. (...) Não é portanto de estranhar que quando D. João e conselheiros discutem quem ficará a reger a cidade e sugerem nomes, os indivíduos propostos vão, educadamente, recusando o cargo, apresentando motivos que não lhes permitem aceitá-lo (...). E a verdade é que o rei, por falta de opções (...) por reconhecer capacidades em D. Pedro, o aceita e nomeia como capitão e regedor da cidade. Revelar-se ia uma boa escolha.
«O título de Conde de Vila Real foi um título nobiliárquico de Portugal. Foi atribuído por duas vezes, em épocas distintas, a duas famílias diferentes. A primeira criação data de cerca de 1424; foi atribuída a D. Pedro de Meneses e originou a Casa de Vila Real, dos marqueses de Vila Real (1489) e duques de Caminha. Esta antiga Casa de Vila Real viria a extinguir-se em 1641.
A segunda criação data de 1823, já depois da Revolução Liberal e do fim do Antigo Regime em Portugal. Este título foi atribuído ao 6.º morgado de Mateus, da Casa dos senhores do Palácio de Mateus, uma dos mais magníficos solares portugueses, hoje Fundação Casa de Mateus.» [Wikipédia]
Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...](https://scontent-a-lhr.xx.fbcdn.net/hphotos-frc3/p480x480/1175100_627025820662613_265710667_n.jpg)
![Foto: “O Porto do meu tempo” de João de Araújo Correia
antologia comemorativa do centenário do nascimento do autor coordenada por João de Araújo Correia (Filho) e José Viale Moutinho
prefácio de José Viale Moutinho
«Não nasci no Porto. Mas, tenho-lhe tanto amor
como se ali nascesse. Nada do que interesse
ao Porto me desinteressava a mim.
Ir ao Porto ou, com mais calor familiar,
ir até ao Porto ou até o Porto,
é sempre uma festa para o duriense –
até nos casos em que
a festa envolve necessidade.»
João de Araújo Correia
in “Passos Perdidos” (1967)
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[também os títulos: “Palavras Fora da Boca”, “Caminho de Consortes”, “Nuvens Singulares”, “Lira Familiar”, “Pátria Pequena”, “Pontos Finais”, “Contos e Novelas I (Contos Bárbaros, Contos Durienses, Terra Ingrata)”, “Contos e Novelas II (Cinza do Lar, Casa Paterna, Caminho de Consortes, Folhas de Xisto)”, “Sem Método – notas sertanejas” e “O Porto do meu tempo”. “O Homem do Douro nos contos de João de Araújo Correia” de Altino Moreira Cardoso e “à conversa com João de Araújo Correia” de José Braga-Amaral. Letras Com Vida – literatura, cultura e arte, n.º 2, 2.º semestre de 2010 dossiê escritor “João de Araújo Correia” coordenação de António José Borges. Revista “Geia” n.º1 (Dezembro 2009) e n.º 2 (Dezembro 2011), edição da Tertúlia de João de Araújo Correia – recordamos que também disponibilizamos a ficha de adesão à Tertúlia de João de Araújo Correia]](https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/1457638_670639132967948_1008236875_n.jpg)
![Foto: “Poeta Mirandés – Ua Antologie” de Fernando de Castro Branco
Ourganizaçon, traduçon i antrada de Fracisco Niebro
«Çque coinci a Fernando de Castro Branco i la sue poesie, bai para alguns anhos, que resolbi traduzir i publicar ua antologie de ls sous poemas an mirandés. (...)
Nun fui fácele la traduçon destes poemas de Fernando de Castro Branco, mas ajudou me un cierto modo que el ten de ancostar las palabras al respirar de las cousas, mui acerca la lhéngua mirandesa, que l outor fala i nun podie haber deixado de lo anfluenciar. Stou cierto de que ls mirandeses se ban a deixar cautibar por esta poética, que ye siempre caminho seguro para un siempre renobado bolber a casa, esse sítio oupido nas paredes de la mimória, tan cheno de bida que l poeta nun ten miedo de neilha sembrar ls sous muortos, que rucecítan al modo que las palabras ls pónen a resfolgar: sue bisabó, sou abó, l tiu Munteiro, l cura Mourinho i tantos, tantos outros.» Amadeu Ferreira, Diretor de la Coleçon An Mirandés
Fernando de Castro Branco (Dues Eigrejas, 1959) ye lhicenciado an Lhénguas i Lhiteraturas Modernas i Mestre an Lhiteratura Pertuesa Moderna i Contemporánea, pula Faculdade de Lhetras de la Ounibersidade de l Porto. Stá a purparar ua tese de doutoramiento an Stética Lhiterária subre la obra de Adolfo Casais Monteiro na mesma anstituiçon. Membro de la Associaçon Pertuesa de Scritores, publicou l ansaio Poética do Sensível em Albano Martins, Roma Editora, 2004 i ls lhibros de poesie Alquimia das Constelações, Roma Editora, 2005, O Nome dos Mortos Seguido de Biografia das Sombras, Atelier de Produção Editorial, 2006, Estrelas Mínimas, Editora Labirinto, 2008, Plantas Hidropónicas, Cosmorama Edições, 2008, Marcas de Verões Partidosin A Carvão, Cosmorama Edições, 2009, Arte do Espaço in A Carvão Cosmorama Edições, 2009. Ajuntou l eissencial de la sue poesie an A Carvão, Cosmorama Edições, 2009. IndaAssinatura Irreconhecível, 2010, i A Caminho de Avoriaz, 2011, dambos a dous an Cosmorama Edições. Fizo l’antrada de lhibros i publicou tamien poemas i ansaios bários an suplementos culturales i rebistas lhiterárias pertuesas i strangeiras.
Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os títulos an mirandés - alguns bilingues: “Ls Lusíadas” de Luís Vaz de Camões, “L Mais Alto Cantar de Salomon” bersion de Fracisco Niebro, “Mirandés – Stória dua lhéngua i dun pobo” e “Ls Lusíadas” banda zenhada José Ruy, “Calantriç de Nineç” de Rapç de la Rue, “La Mona L Maio” José Francisco João Fernandes, “Tra-los-Montes” de Nuno Neves, “L Pastor Que Se Metiu de Marineiro” de Faustino Antão e “L Segredo de Peinha Campana” texto Fracisco Niebro dezeinhos Sara Cangueiro, “La Bouba de La Tenerie” e “Ars Vivendim Ars Mortendi” de Fracisco Niebro]](https://scontent-a-lhr.xx.fbcdn.net/hphotos-prn1/p480x480/282908_590408677657661_172065048_n.jpg)