sábado, 23 de novembro de 2013

Torre de Moncorvo – Município Tradicional, de Ilda Fernandes

                               Foto: “Torre de Moncorvo – Município Tradicional” de Ilda Fernandes

Trata-se de uma monografia, completa, da Vila de Torre de Moncorvo. É uma obra que abrange todas as épocas históricas desta vila do Nordeste Transmontano e analisa-a em todas as suas vertentes: humana, cultural, paisagística, linguística, climática...

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os títulos: “História Política de Torre de Moncorvo (1890-1926)” de António Júlio Andrade, “Os Isidros – A Epopeia de Uma Família de Cristãos-Novos de Torre de Moncorvo”]

Trata-se de uma monografia, completa, da Vila de Torre de Moncorvo. É uma obra que abrange todas as épocas históricas desta vila do Nordeste Transmontano e analisa-a em todas as suas vertentes: humana, cultural, paisagística, linguística, climática...

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

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2.ªs JORNADAS DE HISTÓRIA DA IMPRENSA OLISIPONENSE
Do Diário Lisbonense à Imprensa Romântica ou de Opinião

DATA E HORÁRIO: 9 de dezembro, das 14H00 às 19H00
LOCAL: Sala do Arquivo dos Paços do Concelho da CML
As Segundas Jornadas de História da Imprensa Olisiponense pretendem revisitar a história das publicações periódicas impressas em Lisboa, desta vez, desde o aparecimento (segundo José Tengarrinha) do “primeiro quotidiano português”, o Diário Lisbonense, fundado a 1 de maio de 1809, até à estruturação e desenvolvimento da chamada imprensa romântica ou de opinião, processo concluído por volta de 1875.
Numa iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, através da Hemeroteca Municipal, em parceria científica com o Centro de Investigação Media e Jornalismo, estas Jornadas de História da Imprensa Olisponense são as segundas de um ciclo de colóquios que se pretende anual, com incursões temáticas e diacrónicas pela história da imprensa periódica olisiponense, dos seus primórdios à atualidade.
Em 2013, o encontro trata “Do Diário Lisbonense à Imprensa Romântica ou de Opinião”. Participe nestas jornadas e fique a saber mais sobre as origens, as especificidades e o desenvolvimento dos jornais e revistas que fizeram a história recente de Portugal e da sua capital, Lisboa.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

                        Foto: “O mundo fica irreal, mas não me importo” de Maria José Quintela

"soma as tuas madrugadas às lembranças
e algema-as na memória"

A poetisa Maria José Quintela, expõe a sua alma sensível através de imagens poéticas de extraordinária beleza, que os seus sonhos e desejos derramaram no papel.

"como estancar as coisas que explodem
dentro de nós,
se os estilhaços cravados na carne
criam raízes na memória?"

Maria José Quintela Claro da Fonseca nasceu em Vila Real, em 1955. Reside em Lamego desde 1959, onde é enfermeira.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

A poetisa Maria José Quintela, expõe a sua alma sensível através de imagens poéticas de extraordinária beleza, que os seus sonhos e desejos derramaram no papel.

"como estancar as coisas que explodem
dentro de nós,
se os estilhaços cravados na carne
criam raízes na memória?"

Maria José Quintela Claro da Fonseca nasceu em Vila Real, em 1955. Reside em Lamego desde 1959, onde é enfermeira.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...