quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

                 

O livro "NÃO SABES COMO VAIS MORRER" editado pela AJHLP-Ass. dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, acaba de entrar na sua 10ª edição. Narra histórias de guerra verídicas e verificáveis passadas em Moçambique e vividas pelo autor sobre as ocorrências mais comuns que se deparavam às NT em África: golpe de mão, emboscada, ataque do IN aos nossos aquartelamentos no mato, coluna, mina, stress de guerra, morte...

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O romance Neste cais, para sempre, de Ernesto Salgado Areias, vai ser apresentado em Lisboa, nos seguintes locais:
Dia 28 de Janeiro, 18h00, no Salão Nobre da Ordem dos Advogados (Largo de S. Domingos), pela Bastonária da Ordem, Dr.ª Elina Fraga, e pelo advogado Doutor José Adalberto Coelho Alves.
Dia 29 de Janeiro, 18h00, na Associação 25 de Abril (R. Misericórdia, 95), pelo Coronel Nuno Santa Clara Gomes.
Dia 30 de Janeiro, 16h00, no Museu do Aljube, pelo Prof. Luís Farinha.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

  
«Imagine-se então o ambiente que se vivia em Portugal naquele Verão de 1526. Foi uma autêntica explosão de cultura bíblica e fé messiânica, um renascer da crença na lei mosaica. Todo o mundo queria ver Reubeni e até padres cristãos faziam questão de o conhecer e beijar-lhe a mão. A ponto de deixar o próprio rei enciumado e levá-lo a pedir a Reubeni que não permitisse tal beija-mão. E não deixa de ser estranho que, num país onde a religião de Moisés se encontrava proibida e de onde a própria língua hebraica fora banida, na Corte de Reubeni se juntasse também o rabi Abraão de Safim e ambos, com outros mais sequazes e seguidores se metessem em celebrações festivas e práticas de judaísmo, certamente com o conhecimento e a tolerância do próprio rei D. João III que, entretanto, diligenciava com o papa a criação do tribunal do Santo Ofício.» Excerto do 1.º capítulo, “Os Marranos de Miranda do Douro à espera do Messias”