segunda-feira, 21 de março de 2016

«“Novo êxodo português - causas e soluções” Um livro que analisa a recente vaga de emigrantes da segunda década do Séc. XXI, muitos deles jovens e qualificados, que saem de Portugal para se estabelecerem noutros países do Mundo, mas sobretudo na Europa, segundo as estatísticas.
Uma análise contextualizada, pragmática, democrática e sem demagogia do que efetivamente pode ser feito para equilibrar o saldo migratório português.
Os dois objetivos primordiais deste livro consistem em aumentar o conhecimento disponível sobre o recente fenómeno migratório em Portugal e apresentar medidas politicas concretas que permitam contribuir para a redução do atual saldo migratório negativo, que Portugal tem tido consecutivamente desde 2011.
Foram ainda definidos objetivos gerais, nomeadamente:
1. Reflexão e contextualização sobre o tema da emigração jovem portuguesa do Século XXI possibilitando um diagnóstico atualizado sobre vários indicadores demográficos, sociais e económicos relacionados com os temas da demografia e das migrações.
2. Apresentação de propostas politicas concretas que possam contribuir para os próximos Programas de Governo.
3. Contribuir para um Portugal mais justo, equitativo e próspero e que possibilite aos portugueses, incluindo a diáspora, encarar o futuro com mais otimismo.
Para a prossecução dos objetivos apresentados, o autor inclui, no final deste ensaio, um possível plano de ação, que poderá ser desenvolvido, enquadrado e implementado pelos próximos Governos de Portugal.»
domingo, 20 de março de 2016

Sinopse:
Aqueles seres humanos são uma ficção demasiado real, integrantes de um mundo mais próximo do que longínquo. Estão, por isso, no fim do que podem fazer como negativo, nocivo ou dano; como maldade incontornável que cada um mostra e oferece aos outros. Foi este o mundo que Bergman nos trouxe em imagens: um mundo de seres humanos reais instalados numa ficção por demais verdadeira. Um mundo em que esses homens e mulheres são suportados pela maldade que cresce e se evidencia – utilizando ou fazendo explodir as suas máscaras, esse esconderijo que inevitavelmente mostra – não tendo, afinal, outra alternativa que não seja realizar o existir assim. [António Júlio Rebelo.] Quando a filosofia se começou a interessar mais pelo cinema destacou-se destes o nome do sueco Ingmar Bergman como cineasta capaz de nos seus filmes problematizar o ser humano confrontando-o consigo próprio, com os outros, com o transcendente, com a arte, com o presente e o passado em termos estilisticamente novos e pessoais. Ora ele, que é bem conhecido em Portugal, tem estado, fora da Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, ausente da bibliografia portuguesa especializada por razões que talvez se prendam com o elevado índice de dificuldade e complexidade, e também com a extensão e a diversidade da sua obra. [Carlos Melo Ferreira (do Prefácio)]
sexta-feira, 18 de março de 2016

Poeta da paisagem, a que se liga pelos laços da sua paisagem interior, religiosamente calmo perante os sucessivos partos da natureza (as espáduas da montanha por onde escorrem tranças de lua; o bailar das sombras na festa do pôr do sol…), António Cabral é, no entanto, um poeta do homem, dessa gente humilde com palavras torcidas em raivas humaníssimas… (…) A crença nas palavras, como quando as canta se prova, grava no poema uma claridade fina, às vezes quente, outras suavemente frágil: Palavras que sejam / O ritmo do sangue / E tenham a altura / Toda duma alma.
[BRITO, Casimiro de – Título do artigo. Cadernos do meio-dia: antologia de poesia, crítica e ensaio. Faro. N.º 4 (fevereiro, 1959)]
quinta-feira, 17 de março de 2016

Neste ensaio, Mário Beja Santos escrutina mais de 60 anos de profecias, numa viagem pela sociedade de consumo e as teses defendidas por nomes cimeiros como Jean Baudrillard, Zygmunt Bauman, Daniel Bell, Pierre Bourdieu, Erving Goffman, Henri Lefebvre, Roland Barthes, Paul Virilio, Edgar Morin, Manuel Castells, Gilles Lipovetsky ou Alain de Botton. Em Profetas do Consumo, cruzam-se a modernidade líquida, cenas de uma geração descartável, a sociedade em rede, as preocupações com os modos de consumo mais sustentáveis, a cultura do capitalismo actual, a obsessão pelo low cost e os gostos que assume o endividamento excessivo e os modos de o contrariar.
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