quarta-feira, 1 de junho de 2016

                           

LANÇAMENTO: 2 de Junho (5.ª feira) de 2016, às 18h00, na Casa do Alentejo, em Lisboa 

CONVITE | Lançamento

As Edições colibri e a Casa do Alentejo têm o prazer de convidar V.ª Ex.ª para a sessão de apresentação do livro

BURROS?... SIM, MAS SÓ DE NOME!
da autoria de João de Deus Rodrigues

Apresentação: Doutora Ana Sofia Rodrigues


2 de Junho (5.ª feira) de 2016, às 18h00
Casa do Alentejo
Rua das Portas de St.º Antão
Lisboa
 
                    
Ontem cumpri um sonho de longa data e tive o privilégio de editar um romance sobre o país que tão bem me acolheu, São Tomé e Príncipe. Quero agradecer a muita gente mas neste caso às Edições Colibri e ao Fernando Mão de Ferro pela aposta num autor desconhecido e ao Paulo Salvador pelo brilhante prefácio e apresentação que fizeram do livro. Caso alguém tenha o mau gosto de querer ler, o livro estará por ora à venda no site da Colibri ou então na Feira do Livro, onde estarei no próximo Sábado dia 4 pelas 17.30 a apresentar o mesmo! Obrigado a todos que me têm acompanhado nestas desventuras e especialmente a São Tomé e Príncipe! 
                                                                                                                       Nuno Rodrigues

domingo, 29 de maio de 2016

                          
«Assiste-se nos livros de Inácio Pignatelli sobre o Douro a um constante diálogo entre dois seres que se amam, se respeitam e se completam. Porque, como diz Mestre Júlio Resende, em entrevista neste livro, o «Douro é um ser que respira. Que reflecte uma espécie de sentimento humano em tal dinâmica, que transmite o alegre e o trágico, a inocência e o presságio. Espelho do céu e do inferno. O seu trajecto iria impor uma enorme determinação vencendo obstáculos sem fim aos quais, afinal, o homem, respondeu num esforço hercúleo, para a sua sobrevivência». E são cerca de novecentos quilómetros desde o mistério do nascer entre meia dúzia de pedrinhas, no meio de uma pocinha de areia húmida, entre tufos de musgo, como uma pequena e tosca cruz de ferro a assinalar o lugar.» Júlio Couto, prefácio

sexta-feira, 27 de maio de 2016

                          

Como interpretação dos factos — e até dos documentos — tornou-se lugar-comum dizer-se que a História é escrita pelos vencedores. Talvez seja mais correcto afirmar que ela é escrita maioritariamente pela classe dominante em que os vencedores se transformaram. A ser verdadeira esta acepção, a História das guerras no Ultramar português tem sido escrita pela classe dominante (militar) que triunfou na revolução de 25 de Abril de 1974, representada pelos oficiais do quadro permanente que dominaram o Conselho da Revolução durante dez anos. Já era mais que tempo de dar à estampa a versão de alguém que viveu e sofreu os últimos dias do quarto império português no olho do furacão, os Capitães do Fim  É ainda cedo, muito cedo, para juízos históricos definitivos. Aliás, qualquer pessoa atenta sabe que em História o que hoje parece definitivo será amanhã denunciado como falsa interpretação de documentos e acontecimentos. O autor tem a esperança de ter dado comCapitães do Fim… do Quarto Império” algum contributo para que os juízos se possam fazer com um mais completo conhecimento dos factos que decorreram na África portuguesa entre 1961 e 1975. Perdeu-se o quarto império, mas ganhou-se a democracia, a liberdade e o fim da guerra.