quarta-feira, 6 de julho de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
sexta-feira, 1 de julho de 2016
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Da antiga professora do meu filho, um livro indispensável

Alicerçado em bases teóricas que estabelecem correspondências entre a educação e os campos político, social e económico, este estudo centra-se no ensino primário português numa zona geográfica correspondente ao concelho do Barreiro, no período histórico da Primeira República (1910-1926), embora se recue amiúde ao século XIX porque todo o indivíduo é um produto da sua educação (ou melhor, é o produto do seu meio que por sua vez é produto de outro meio anterior). O texto aqui apresentado faz uma sinopse do nascimento da escola primária e de toda a fabricação educativa republicana, analisando-se as várias formas encontradas na época para difundir a cultura escrita e promover também a formação elementar de adultos, destacando-se as escolas móveis, os cursos noturnos e as universidades populares.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
SINOPSE
A estruturação de um Estado de Direito tem como objetivo primordial proporcionar aos seus cidadãos todos os pressupostos básicos para que vivam com segurança e tranquilidade públicas. Ora, para se atingir este desiderato é necessário que, por um lado, exista liberdade para se desenvolverem determinadas ações e uma multiplicidade de comportamentos e que, por outro lado, estejam reunidas todas as condições de segurança para que esses mesmos direitos possam ser exercidos. Assim, a liberdade e a segurança apresentam-se como pilares fundamentais para qualquer Estado que pretenda assegurar a democracia e garantir o acesso dos cidadãos ao pleno exercício dos seus mais elementares direitos de cidadania. Caso contrário, se vivermos numa sociedade que não consiga manter, de forma concreta, real e harmoniosa, estes dois pilares fundamentais, facilmente se verificará que a liberdade sem segurança derivará para a anarquia e que a segurança sem liberdade será sinónimo de autoritarismo, ou seja, segundo Naím (2014:325) "Quando está excessivamente concentrado, o poder produz tirania. No extremo oposto, quanto mais fragmentado diluído se torna o poder, maior é o risco de anarquia - um estado no qual não existe ordem.".
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