quarta-feira, 27 de março de 2013

Canaviais


Memórias e Património de um Bairro Eborense



Edições Colibri
10,00 €
Sinopse:
O bairro dos Canaviais, inicialmente designado bairro do Espinheiro, localiza¬ se na zona norte da cidade de Évora. O topónimo que lhe deu nome deriva da grande abundância de canas e foi utilizado como designação de propriedades localizadas na área onde o bairro nasceu. O primeiro núcleo urbano cresceu, de forma espontânea, nas imediações da propriedade conhecida por Quartéis da Tapadinha, junto à azinhaga de Cinco Cepas, local onde foi construído o edifício sede da Sociedade Operária de Instrução e Recreio na Educação do Povo, instituição emblemática criada, oficialmente, por um grupo de trabalhadores rurais, em 1921. A comunidade desenvolveu se em estreita ligação com esta associação que se assumiu, desde logo, como o espaço de sociabilidade por excelência dos moradores das quintas desta zona da cidade, apesar de, em 1942, ter sido transformada em Casa do Povo de Évora.

Índice:

PREFÁCIO

INTRODUÇÃO

1. ENQUADRAMENTO HISTÓRICO: O CRESCIMENTO DA CIDADE DE ÉVORA NO INÍCIO DO SÉCULO XX E O DESENVOLVIMENTO DE ZONAS URBANAS EXTRA-MUROS

2. O BAIRRO
2.1. Localização e primeiras referências
2.2. Caracterização dos espaços – urbano e rural
2.3. Caracterização da população – alguns dados
2.4. Caminhos e estradas principais
2.5. Espaços de sociabilidade
2.5.1. A Sociedade Operária de Instrução e Recreio «Educação do Povo» e a Casa do Povo
2.5.2. Escolas
2.5.3. Festas e romarias
2.5.4. Albergue Distrital de Mendicidade de Évora
2.6. Património Histórico
2.6.1. Monumentos megalíticos
2.6.2. Presença Romana
2.6.3. Cruzeiros
2.6.4. Ermida de N.ª S.ª da Piedade, Capela de N.ª S.ª
do Livramento e Capela de N.ª S.ª Mãe dos Homens
2.6.5. Convento do Espinheiro

3. APONTAMENTOS SOBRE A TOPONÍMIA

CONCLUSÃO

BIBLIOGRAFIA


A AUTORA:
Maria Joaquina Fernandes (Évora, 1962) é licenciada em História (1986) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos do Património (2008) pela Universidade Aberta. É professora de História e Geografia de Portugal na Escola Básica 2/3 de Santa Clara, Évora.
É co-autora da publicação Algumas experiências nas novas áreas curriculares (2001)

Detalhes:

Ano: 2010
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 162
Formato: 23x16

terça-feira, 26 de março de 2013

Êxodo Rural e Desertificação Humana


A morte de uma Freguesia do Alentejo Central: São Bento de Ana Loura



Colaboração com a entidade: Universidade Nova de Lisboa
Edições Colibri 
12,60 €


Sinopse:

O estudo sobre São Bento de Ana Loura, uma freguesia rural pertencente ao concelho de Estremoz, onde a desertificação humana e o envelhecimento da população são evidentes, derivou de um contacto frequente com esta realidade e da constatação empírica de que as consequências futuras da situação demográfica em que se encontra a freguesia são lamentavelmente previsíveis: tratar-se-á, a curto prazo, da sua extinção como freguesia.

Detalhes:

Ano: 2005
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 194
Formato: 23x16

segunda-feira, 25 de março de 2013

HISTÓRIA DO FADO

                                            

Sinopse
Um texto que se oferece veloz e divertido e que permanentemente surpreende pelo inesperado desenlace de acontecimentos circunstanciais, pelo pormenor extremo que parece aproximar-nos dos hábitos de qualquer personagem obscura, pela anedota temperada de adjectivos sonoros e cortantes de que apenas se adivinha o significado. Nesse sentido, trata-se de um livro que transmite ao leitor o profundo prazer do autor ao escrevê-lo e se lê de um fôlego como um livro de aventuras que também é.

Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 296
Editor: Dom Quixote
Preço: 4,90€

domingo, 24 de março de 2013

Alcácer do Sal na Idade Média


Alcácer do Sal na Idade Média



Colaboração com a entidade: Câmara Municipal de Alcácer do Sal
Edições Colibri
15,70 €
 Sinopse:
Procurou-se, num olhar atento sobre Alcácer do Sal na Idade Média, com base em fontes documentais de diversa natureza, mas sobretudo dos fundos da Ordem Militar de Santiago, apreender a paisagem urbana dessa vila ribeirinha, acompanhando as sucessivas alterações que, como um ser vivo, foi sofrendo ao longo dos séculos. Espera-se, com este livro, contribuir para um conhecimento mais profundo da Alcácer medieval, que possa reforçar, nos habitantes da cidade do presente, a consciência da sua própria identidade.

Detalhes:

Ano: 2000
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 304
Formato: 23x16

O Alto Douro Entre o Livre-Cambismo e o Protecionismo



O Alto Douro Entre o Livre-Cambismo e o Protecionismo


Sinopse
Partindo dos debates entre proteccionistas e livre-cambistas em torno da questão vinhateira, o livro O Alto Douro entre o livre-cambismo e o proteccionismo centra-se na análise do jogo de interesses entre produção e o comércio e entre o Douro e as outras regiões vitícolas portuguesas, buscando perceber a evolução das políticas de regulação e intervenção do Estado no sector do vinho do Porto entre 1852 e 1932, ou seja, entre as primeiras medidas de liberalização do fontismo e a estruturação do modelo corporativo. Presta-se especial atenção às consequências da legislação liberal de 1865 emergência de reivindicações pelo regresso a um regime proteccionista para a Região Duriense e à acção do Estado face à crise comercial do sector, a partir da década de 1880. Embora a literatura histórica sobre o Douro e o Vinho do Porto estabeleça, consensualmente, um período de liberdade de comércio entre 1865 e 1907, procura demonstrar aqui que o Estado nunca seguiu uma política totalmente livre-cambista, não só pelo intenso debate sectorial e regional, mas também pelo peso que o sector vitivinícola detinha na balança comercial portuguesa. Neste contexto, pretende-se ainda conhecer o grau de influência das elites durienses no regresso às modalidades proteccionistas de intervenção do Estado na economia duriense.

O Alto Douro Entre o Livre-Cambismo e o Protecionismo
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 384
Editor: Edições Afrontamento
Coleção: Monografia
preço de capa: 18,00 
preço wook: 16.20