Autoria: António Medeiros
Colaboração com a entidade: Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa
Temas: Antropologia
Colecção: Antropológica Avulsa
Editora: Edições Colibri
7,20 € Sinopse:Este livro é o resultado de uma investigação etnográfica que decorreu no Minho e também em torno de documentos variados respeitantes a esta província portuguesa. É um contributo para avaliar as possibilidades de discurso de identidades regionais neste país. Mas é também uma proposta de análise crítica do modo como o discurso de uma província foi influente na nacionalização de uma cultura das classes médias em Portugal, na passagem do século XIX para o século XX.Detalhes:Ano: 2003Capa: capa mole Tipo: Livro N. páginas: 90 Formato: 23x16 |
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
A Moda do Minho - Um Ensaio Antropológico
Ls Lusíadas
| http://www.ancoraeditora.pt/index1.htm Ls LusíadasLuís Vaz de Camões / Fracisco Niebro (tradução para mirandês) | |||
Preço de capa€23,00Número de páginas368
Formato150 mm x 230 mm Código38001ISBN978 972 780 282 1 | Esta é a primeira tradução para mirandês dos 8816 versos que compõem Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões. A versão de Fracisco Niebro, pseudónimo do investigador Amadeu Ferreira, chegou ao público em 2010, 11 anos após o reconhecimento do mirandês como segunda língua oficial de Portugal pela lei 7/99 de 29 de Janeiro. «Aqueilhas armas i homes afamados Que, d'Oucidental praia Lusitana, Por mares datrás nunca nabegados, Passórun par'alhá la Taprobana, An peligros i guerras mui sforçados Mais do que permetie la fuorça houmana, I antre giente de loinge custruírun Nuobo Reino, que tanto angrandecírun;» | ||
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Este livro diferencia-se da maioria dos estudos de base sociológica publicados em Portugal, por não pretender fazer uma mera apresentação de dados, e de conclusões assentes nos mesmos. A centenária teoria de Marx de que as relações de produção definem as relações sociais, dá o mote para uma crítica, que encontra a sua base na teoria da socialização (meio pelo qual o ser humano apreende as regras e normas do seu contexto social de pertença). O autor apresenta o facto sobejamente conhecido, mas pouco discutido de que a socialização nos dias que correm é cada vez mais da responsabilidade dos meios de comunicação e cada vez menos dos agregados familiares. Os próprios agregados familiares assentam o seu conhecimento não na experiência pessoal e em primeira-mão, mas baseiam as suas acções em modelos comportamentais absorvidos no papel de espectador. E é isso que importa compreender para melhor combater aqueles que nos querem submissos e mais facilmente nos imporem a injustiça social como uma coisa natural.
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Toda esta obra, com frequência profundamente original, disseca os processos comunicacionais a partir da sociologia, da educação, das representações e funções sociais, da interculturalidade, entrando inclusivamente na relação entre o fazer comunicacional contemporâneo e os usos do tempo e do espaço humanos. Defensor de uma necessariamente nova “ecologia e ética da comunicação”, a obra de Vicente Romano é um paradigma da junção entre valor científico e mérito transformador profundamente revolucionário. Quando a academia falha a este, que deveria ser o seu chamamento natural, que a ele acudam pensadores da envergadura do professor Vicente Romano, cuja obra de divulgação, “A Formação da Mentalidade Submissa”, que a Deriva edita agora em Portugal, contando já com dezenas de milhares de leitores e editada em diversos países do mundo, é não apenas a primeira a ver a luz do dia em língua portuguesa, como uma síntese modelar, de todo o seu notável trabalho.
"O capitalismo, pomposa e ardilosamente auto-proclamado “sociedade de mercado livre”, é um sistema social que, pela sua própria natureza, é gerador de incertezas, angústias e frustrações: - A insegurança no trabalho, nas relações humanas, nas ruas, etc., o medo do futuro próprio e dos filhos, o medo de o dinheiro não chegar até ao fim do mês, de não conseguir pagar as prestações do carro e da casa, etc. a impossibilidade de satisfazer os desejos provocados e estimulados pela indústria do reclame publicitário e por aí fora; todas estas circunstâncias têm de afligir necessariamente a maioria dos cidadãos. O indivíduo não pode deixar de sentir-se dolorosamente insatisfeito e frustrado quando depara com a negação de uma posição social e económica que esperava obter e julgava merecer, ou quando perde o seu emprego e cai no desemprego. Parece evidente para um número crescente de pessoas que as aspirações individuais geradas ficam muito acima da capacidade do sistema para satisfazê-las. Em segundo lugar, é lógico que as elites ou semi-elites sociais, que podem ir desde os executivos empresariais à aristocracia técnica ou operária qualificada, passando simplesmente pelos trabalhadores com emprego fixo, tenham medo de perder as suas posições em momentos de crises e mudanças. Como superar, então, essas angústias? O mais fácil é refugiar-se no pensamento mágico, na ocultação da realidade, nas seitas e nas verdades absolutas que as religiões proporcionam. Como bem sabemos, a ciência não pode oferecer mais do que novas dúvidas e incertezas, maneira única, em todo o caso, que nos permite continuar a avançar. Como pode produzir pensamento verdadeiro, isto é, socialmente útil e que sirva de guia à experiência corretora, uma sociedade que dedica a maior parte das suas energias a mentir?" (pp. 85-86)
Editora: Deriva Editores
Tradução de Rui Pereira
Referência 1504002 ISBN 972-9250-20-0 Edição: Outubro 2006 PP: 162 Formato: 210 x 145
Preço: 18.00 EUROS
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domingo, 23 de dezembro de 2012
Macedo de Cavaleiros. Da Terra de Lampaças ao Concelho. Os forais e a sua época
| http://www.ancora-editora.pt/index1.htm Macedo de Cavaleiros. Da Terra de Lampaças ao Concelho. Os forais e a sua época António Maria Balcão Vicente | |||
Preço de capa€14,00 (com IVA) Número de páginas110
Formato155 x 230 mm Código14008ISBN972 780 149 8 | Este mais recente trabalho de António Balcão Vicente tem por objectivo tornar disponível a todos os interessados o conjunto de forais, e outra documentação medieval, das terras que actualmente integram o concelho de Macedo de Cavaleiros. Importante testemunho da história e costumes da região, os forais, nesta edição fac-similados, são alvo de um estudo critico da parte de António Balcão Vicente, investigador com provas dadas no âmbito da historia medieval, e que tem contribuido para o conhecimento da história regional, e na qual centralizou os seus estudos de doutoramento - a região de Trás-os-Montes durante a medievalidade. A transcrição integral dos forais e o estudo da organização administrativa da região dantes conhecida como Terra de Lampaças proporcionam a criação de uma edição gráficamente atraente e com uma inegável qualidade científica. | ||
Histórias Proibidas
| http://www.ancora-editora.pt/index1.htm Histórias ProibidasJosé António Pinho | |||
Preço de capa€12,50Número de páginas128
Formato150 mm x 230 mm Código16039ISBN978 972 780 368 2 | HISTÓRIAS PROIBIDAS são baseadas em factos reais – tendo como pano de fundo as cidades da Covilhã, Castelo Branco, Coimbra, Torres Novas e Entroncamento – ocorridos no passado recente – anos de 1960 /61 /62 – da história coletiva de Portugal. O amor proibido e destroçado entre a Fernanda e o Tozé é bem demonstrativo de uma sociedade conservadora, fechada e repressiva. Os amores juvenis e puros confundem-se com a lealdade aos valores e causas da liberdade e da democracia. O princípio da Guerra Colonial – 1961 – os receios, as incertezas, as inseguranças que vieram alterar completamente os modos de viver. As lutas do Povo Português ganham força, num dos anos mais difíceis para a ditadura Salazarista; o assalto ao paquete Santa Maria, o início dos confrontos armados em Angola, o assalto a um avião da TAP, o ataque ao quartel de Beja, entre outros. Histórias proibidas são episódios simples, do quotidiano de jovens das mais diversas classes sociais, dos seus modos de vida e de pensar. Neste contexto, não são esquecidos os conflitos entre a doutrina e a prática da religião Católica tão visíveis no Padre Carreto, e no jovem Tozé. | ||
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