domingo, 6 de abril de 2014

                         Foto: “História do Douro e do Vinho do Porto – Volume 1 – História Antiga da Região Duriense” Carlos A. Brochado de Almeida (coord.)

Afinal, apesar do «vinho fino», do caminho de ferro, das barragens, que tanto o foram alterando em momentos diferentes, dos últimos séculos, o Douro é um grande desconhecido, nunca tendo sido alvo de um trabalho sistemático. Esta colecção pretende colmatar essa ausência. O primeiro volume centra-se sobre a Pré-História do Vale do Douro. De realçar que esta colecção é dirigida por uma vasta equipa de investigadores, centrada na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... ... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também o título “História do Douro e do Vinho do Porto – Volume 4 – Crise e Reconstrução. O Douro e o Vinho do Porto no Século XIX” Gaspar Martins Pereira (coord.)]

Afinal, apesar do «vinho fino», do caminho de ferro, das barragens, que tanto o foram alterando em momentos diferentes, dos últimos séculos, o Douro é um grande desconhecido, nunca tendo sido alvo de um trabalho sistemático. Esta colecção pretende colmatar essa ausência. O primeiro volume centra-se sobre a Pré-História do Vale do Douro. De realçar que esta colecção é dirigida por uma vasta equipa de investigadores, centrada na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

domingo, 23 de março de 2014

VINTAGE PARA UMA VIDA

                                              Foto: “Vintage Para Uma Vida” de Artur Vaz

Este quase romance, como o próprio narrador, quase no seu final, acaba por confessar, é um pouco sobre si mesmo; o ouvido e pesquisado, da vida dos seus pais, avós e bisavós; mas contendo ainda a perspetiva de um olhar, construído com algum estudo e reflexão, sobre as vicissitudes maiores por que haviam passado ao longo do último século e meio a sua Quinta e o próprio Alto Douro. Vinhedos e Território por si tão amados e sempre enaltecidos.
Com o epicentro da ação em Santa Marta de Penaguião, o palco estende-se, inevitavelmente, a toda a região e à própria cidade do Porto. Ficcionando com a quinta, e com os seus sucessivos proprietários e as suas vivências pessoais. Trazendo a história à liça, sempre que a propósito, com um só objetivo, em que autor e leitores podem perfeitamente irmanar-se, seguindo a feliz sugestão de Manuel Mendes: «E o Douro merece toda a nossa querença, com quanto esta palavra encerra ao mesmo tempo querer de vontade e querer de amor.»

Artur João Lourenço Vaz nasceu a 5 de Março de 1949, na aldeia de Pinelo, concelho de Vimioso, distrito de Bragança. Casado e pai de dois filhos, tem vivido sobretudo pelo Alto Douro (Santa Marta de Penaguião e Vila Real).
Alferes miliciano em Angola, de Junho de 1972 a Agosto de 1974. Licenciado em História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, exerceu como Professor do Ensino Preparatório durante dez anos, tendo sido também Orientador Pedagógico, durante quatro.
Em Dezembro de 1985 é eleito Presidente da Câmara Municipal de Santa Marta de Penaguião, mandato que, reeleito duas vezes, assegurou até 1995. Fundador e Presidente do Conselho de Administração da Associação de Municípios de Trás-os-Montes e Alto Douro, nos anos de 1993 a 1995. Nomeado Governador Civil do Distrito de Vila Real, em 18 de Novembro de 1995, cumpriu essas funções até 30 de Abril de 2002.
Nos últimos anos tem-se dedicado à atividade privada, participando na gestão de uma pequena empresa de inspeção e consultadoria na área do gás, em Vila Real.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

Este quase romance, como o próprio narrador, quase no seu final, acaba por confessar, é um pouco sobre si mesmo; o ouvido e pesquisado, da vida dos seus pais, avós e bisavós; mas contendo ainda a perspetiva de um olhar, construído com algum estudo e reflexão, sobre as vicissitudes maiores por que haviam passado ao longo do último século e meio a sua Quinta e o próprio Alto Douro. Vinhedos e Território por si tão amados e sempre enaltecidos.
Com o epicentro da ação em Santa Marta de Penaguião, o palco estende-se, inevitavelmente, a toda a região e à própria cidade do Porto. Ficcionando com a quinta, e com os seus sucessivos proprietários e as suas vivências pessoais. Trazendo a história à liça, sempre que a propósito, com um só objetivo, em que autor e leitores podem perfeitamente irmanar-se, seguindo a feliz sugestão de Manuel Mendes: «E o Douro merece toda a nossa querença, com quanto esta palavra encerra ao mesmo tempo querer de vontade e querer de amor.»

Artur João Lourenço Vaz nasceu a 5 de Março de 1949, na aldeia de Pinelo, concelho de Vimioso, distrito de Bragança. Casado e pai de dois filhos, tem vivido sobretudo pelo Alto Douro (Santa Marta de Penaguião e Vila Real).
Alferes miliciano em Angola, de Junho de 1972 a Agosto de 1974. Licenciado em História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, exerceu como Professor do Ensino Preparatório durante dez anos, tendo sido também Orientador Pedagógico, durante quatro.
Em Dezembro de 1985 é eleito Presidente da Câmara Municipal de Santa Marta de Penaguião, mandato que, reeleito duas vezes, assegurou até 1995. Fundador e Presidente do Conselho de Administração da Associação de Municípios de Trás-os-Montes e Alto Douro, nos anos de 1993 a 1995. Nomeado Governador Civil do Distrito de Vila Real, em 18 de Novembro de 1995, cumpriu essas funções até 30 de Abril de 2002.
Nos últimos anos tem-se dedicado à atividade privada, participando na gestão de uma pequena empresa de inspeção e consultadoria na área do gás, em Vila Real.

320 pp., 2014, Colec., Fixões, 

quarta-feira, 19 de março de 2014

NOS 40 ANOS DE “ALGURES A NORDESTE”

Vai ter lugar no próximo dia 3 de Abril a acção ‘Nos 40 Anos de Algures a Nordeste: Uma Jornada sobre A. M. Pires Cabral’, organizada pelo Departamento de Letras da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e integrada no programa de comemorações dos 40 Anos da UTAD.
No programa da jornada, que decorre no Auditório da Biblioteca Central da UTAD e tem início pelas 09h30, incluem-se comunicações por João Bigotte Chorão (11h00: “Os dois rostos de um escritor”), Ernesto Rodrigues (12h00: “Um artista dos sete ofícios”) e José Carlos Seabra Pereira (14h30: “A condição poética em A. M. Pires Cabral”), bem como uma mesa-redonda (15h30) sobre a poesia de A. M. Pires Cabral, com a participação de Pedro Mexia, Vítor Nogueira e Isabel Alves.
Após a sessão de abertura (09h30), será apresentado em estreia o documentário ‘A. M. Pires Cabral na primeira pessoa’, de Leonel de Brito. Haverá ainda (17h00) uma visita à exposição ‘A. M. Pires Cabral: 40 anos de vida literária’, na Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira, seguida de leitura de textos do autor por alunos do Departamento de Letras, Artes e Comunicação da UTAD. A jornada encerra às 18h00 com uma intervenção de Henriqueta Gonçalves.

domingo, 9 de março de 2014

Convite

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Eng.º Rui Jorge Cordeiro Gonçalves dos Santos, e o Presidente da Direcção do Centro Cultural Regional de Vila Real, Prof. Doutor Carlos Augusto Coelho Pires, têm a honra de convidar V. Ex.ª e Exm.ª Família a assistir à sessão de apresentação do livro Gaveta do Fundo, de A. M. Pires Cabral, que terá lugar no dia 14 de Março de 2014, pelas 21h00, no Salão Nobre do Centro Cultural Regional de Vila Real.

A apresentação estará a cargo da Dr.ª Maria Hercília Agarez.